O Palmeiras decidiu acionar o Fortaleza na Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) para receber valores que considera pendentes na negociação do zagueiro Gustavo Mancha com o Olympiacos, da Grécia, concluída em agosto de 2025.
Formado nas categorias de base alviverdes, Mancha foi repassado ao Fortaleza em março de 2024 com o Palmeiras mantendo 30% dos direitos econômicos. Quando o defensor foi vendido ao clube grego por 4,5 milhões de euros (cerca de R$ 28,3 milhões na cotação da época), ficou acertado que o Fortaleza repassaria ao Verdão a parte correspondente a cada parcela paga pelo Olympiacos.
Segundo apuração da ESPN, as duas primeiras prestações, que somavam 825 mil euros (R$ 5,09 milhões), chegaram ao Palmeiras com um mês de atraso. A terceira parcela, de 750 mil euros (R$ 4,62 milhões), entrou nos cofres do clube cearense em novembro, mas os 225 mil euros (R$ 1,38 milhão) que cabem ao Palmeiras ainda não foram transferidos.
O clube paulista notificou oficialmente o Fortaleza em 2 de dezembro de 2025, ainda sob a gestão de Marcelo Paz, concedendo dez dias para quitação do débito. O prazo foi estendido por mais 30 dias, e o Palmeiras chegou a propor um parcelamento, mas não obteve resposta, optando então por levar a questão à CNRD, órgão instituído pela CBF para mediar disputas financeiras.
Imagem: Caroline Araújo
Além dos 225 mil euros em atraso, o Verdão ainda tem 300 mil euros (R$ 1,85 milhão) a receber da transferência. A próxima parcela, de 150 mil euros (R$ 926,5 mil), vence em 15 de março.








































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