O Palmeiras mantém o zagueiro Nino, de 28 anos, como um dos principais alvos para reforçar a defesa, mas encara a operação como “nada simples”, segundo o diretor de futebol Anderson Barros.
Negociação conduzida com cautela
Em entrevista à ESPN, Barros explicou que o clube paulista adota postura de paciência. “Temos definições claras no mercado. O Nino não é uma contratação simples. O Zenit é o clube controlador; conversamos com os representantes e com o atleta. Estivemos com ele quando ele esteve em São Paulo”, afirmou.
O dirigente acrescentou que, neste momento, o protagonismo das tratativas está com os agentes do jogador. “Com o Zenit, está sendo negociado pelos representantes do atleta, sem muito com a nossa participação”, disse.
Contato direto com o Zenit
Barros revelou ter se reunido em fevereiro com Maxim Pogorelov, diretor executivo do clube russo, para reiterar o interesse alviverde. “Sempre tivemos boa relação com o Zenit. Os agentes acreditam, o atleta acredita. Precisamos do tempo certo para que a operação aconteça. Acredito que possa evoluir”, completou.
Imagem: Reprodução
Apesar de o Palmeiras monitorar de perto a situação, ainda não há prazo definido para avanço decisivo. Internamente, o clube aguarda uma sinalização favorável do Zenit e do próprio Nino para dar novos passos.
O defensor, revelado pelo Fluminense e integrante da seleção olímpica em Tóquio, é visto como peça-chave para fortalecer o sistema defensivo comandado por Abel Ferreira.








































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