Rio de Janeiro, 26 de março de 2026 – Lucas Paquetá aproveita a paralisação para jogos de seleções como oportunidade de se firmar no Flamengo e voltar a ser opção para Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira.
Fora da última convocação, o meia trabalha no Ninho do Urubu sob comando de Leonardo Jardim para acelerar a adaptação ao modelo de jogo e ao calendário nacional. Internamente, o clube avalia que a evolução nas próximas semanas será determinante tanto para garantir vagas no time titular quanto para recolocar o atleta no radar do Mundial.
Números e versatilidade em análise
Desde o retorno ao Rubro-Negro, Paquetá disputou 14 partidas, marcou 4 gols e ainda não registrou assistências. O jogador já atuou em diferentes funções do meio-campo, iniciando como titular em metade dos jogos de Jardim e entrando com frequência ao longo das demais partidas.
A ausência de Giorgian De Arrascaeta, que está com o Uruguai, pode aumentar o tempo de jogo de Paquetá durante os treinos e amistosos internos, permitindo ajuste mais fino ao esquema do treinador português.
Concorrência no clube e na Seleção
No Flamengo, o meia lida com forte disputa por posição, enquanto na Seleção vê nomes como Danilo e Gabriel Sara ganharem espaço nos amistosos marcados para a Data Fifa. A comissão técnica brasileira monitora desempenho, regularidade e condição física antes de definir a lista final para a Copa do Mundo.
Imagem: Reprodução
Além da luta particular de Paquetá, o período afastado dos jogos oficiais tem rendido destaques a outros rubro-negros: Emerson Royal agradou a Leonardo Jardim e ganhou créditos internos, e o zagueiro Léo Pereira foi elogiado pelo jornal francês L’Équipe.
Com uma maratona de partidas prevista até o fim da temporada, Paquetá entende que cada treino e minuto em campo serão decisivos para recuperar protagonismo no Flamengo e reconquistar a confiança de Ancelotti.









































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