O presidente do Vasco, Pedrinho, informou a dirigentes que não pretende concorrer à reeleição nas eleições que definirão o comando do clube para o triênio 2027-2029. A declaração foi feita em reunião na última terça-feira (23), no Rio de Janeiro.
Segundo relatos de participantes do encontro, o dirigente apontou desgaste com a política interna e citou episódios que envolveram ameaças à sua família como motivos para a decisão. Ainda não há comunicado oficial, e Pedrinho segue no cargo até o fim do mandato, que termina em dezembro de 2026.
Pressão política e plano de recuperação
No encontro, o presidente criticou a “politicagem” dentro do clube e demonstrou desconforto com tentativas da oposição de interferir no plano de recuperação judicial, aprovado pela Justiça no domingo anterior. Pedrinho considera a medida essencial para a reestruturação financeira do Vasco, mas enfrenta resistência de credores e de grupos políticos.
Fatores pessoais
O mandatário lembrou ainda o impacto de uma denúncia de suposto plano de sequestro revelada em 2025, que expôs sua família e intensificou o desgaste emocional.
Cenário eleitoral
Responsável pela eleição de Pedrinho em 2023, o grupo político Sempre Vasco não trabalha, por enquanto, com um nome alternativo e espera que o presidente reconsidere. A diretoria que participou da reunião saiu convencida de que, no momento, ele não pretende permanecer na disputa.
Imagem: Reprodução
Trajetória no comando
Eleito em novembro de 2023 para presidir o clube social, Pedrinho assumiu também as decisões do futebol em maio de 2024, após determinação judicial que afastou a 777 Partners da gestão esportiva. Desde então, centraliza as principais ações do CRVG.
Por ora, o presidente continua à frente das atividades e não há alteração no cronograma administrativo do clube.








































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