O Flamengo ainda não concluiu a extensão do contrato do goleiro Agustín Rossi, cuja validade termina em dezembro de 2026. As tratativas, consideradas praticamente acertadas no fim do ano passado, estagnaram depois da posse do presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, e não houve nova rodada de conversas com o estafe do jogador.
Rossi poderá firmar um pré-contrato com outra equipe a partir de julho. Esse prazo pressiona representantes e diretoria a solucionarem a questão antes da abertura da próxima janela de transferências.
Na fase final de 2025, clube e empresário já haviam alinhado termos salariais e tempo de vínculo, mas a mudança no comando interrompeu o processo. Desde então, não se registrou avanço, e o staff aguarda contato oficial para retomar o diálogo.
O arqueiro recebeu sondagens de times argentinos e de outras ligas internacionais, porém nenhuma proposta formal chegou à mesa rubro-negra. Apesar do interesse externo, Rossi manifesta preferência por permanecer na Gávea, onde se sente adaptado e bem avaliado pela comissão técnica.
Imagem: Reprodução
A diretoria flamenguista enxerga a permanência do goleiro como estratégica para manter a base do elenco, mas trata o assunto com cautela. Internamente, a intenção é reabrir negociações nos próximos meses para evitar que o atleta fique livre para assinar com outro clube.
Enquanto o impasse segue, Rossi continua titular e com desempenho considerado estável pela comissão técnica. A definição do futuro do camisa 1 deverá ocorrer antes da metade do ano, quando se encerra o período de exclusividade contratual com o Flamengo.









































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