Victor Sá, 32 anos, indicou que aceita trocar o Krasnodar pelo futebol brasileiro na próxima janela, mas impôs uma condição que complica qualquer negociação: manter o salário superior a R$ 1 milhão que recebe na Rússia. A informação, publicada pelo jornalista Jorge Nicola, foi confirmada por consultas feitas por Vasco, Botafogo, Corinthians e, em menor medida, São Paulo.
Vasco à frente na corrida
O Cruz-Maltino monitora o atacante desde 2025 e voltou à carga aproveitando a proximidade do fim de contrato em junho. A diretoria vê na experiência internacional de Victor Sá um caminho para qualificar o setor ofensivo, hoje dependente de jovens formados em casa. O calendário imediato, com jogos contra Bragantino (Brasileirão), Barracas Central (Sul-Americana) e Atlético, servirá de termômetro para definir o quanto o clube pode investir na janela.
Concorrência pesada
O Botafogo, onde o ponta atuou de 2022 a 2024, voltou a procurar o estafe do atleta. O vínculo afetivo com o Rio de Janeiro — ele tem um filho que vive na cidade — pode pesar a favor do clube alvinegro ou mesmo do Vasco, caso as cifras se aproximem do exigido.
Corinthians e São Paulo também pediram detalhes contratuais. No caso tricolor, o interesse esbarra na rígida política de teto salarial, enquanto o Timão avalia a relação custo-benefício após reforçar o elenco no início do ano.
Imagem: Reprodução / OddsNEWS
Salário europeu como obstáculo
Manter vencimentos acima de R$ 1 milhão coloca Victor Sá no patamar mais alto da folha de qualquer um dos interessados. Embora pontuais atletas no país atinjam valores semelhantes, o quadro cambial torna o pacote anual pesado para as finanças de clubes que ainda se reestruturam após a pandemia.
Situação física e contrato
- Contrato com o Krasnodar termina em 30 de junho.
- Jogador não atua desde março por lesão no quadril, mas já faz trabalho de recondicionamento.
- Recebeu oferta de renovação na Rússia, porém prefere avaliar mercado brasileiro antes de responder.
Próximos passos
A decisão deve sair após o encerramento do vínculo. Caso o atacante aceite reduzir parte dos vencimentos ou os clubes encontrem soluções como bônus de assinatura, o retorno ao Brasil ganha força. Por ora, as conversas seguem em estágio inicial, com o Vasco mantendo contato mais frequente.
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