O Santos segue impedido de registrar novos jogadores pela Fifa, mas ainda não oficializou a rescisão de contrato do zagueiro João Basso e do volante Tomás Rincón. Mesmo com a punição, que bloqueia inscrições e renovações, a dupla permanece vinculada ao clube.
A diretoria pretende usar parte dos mais de R$ 82 milhões referentes à venda do lateral-esquerdo Souza ao Tottenham, antecipados por um banco estrangeiro, para pagar cerca de R$ 15 milhões ao Arouca, de Portugal, valor que originou o transfer ban pela contratação de Basso.
O pagamento da dívida é considerado crucial para que o Peixe volte a inscrever atletas. Enquanto isso, casos como o do volante uruguaio Christian Oliva, já integrado ao CT Rei Pelé, ficam parados, pois o registro só será possível após a liberação.
Apesar de a Fifa permitir saídas, empréstimos e rescisões mesmo durante a punição, nenhuma documentação de desligamento foi formalizada até o momento. Internamente, o clube avalia encerrar os vínculos de Basso e Rincón, que perderam espaço sob o comando do técnico Juan Pablo Vojvoda, assim que o bloqueio for levantado.
Imagem: Reprodução
A expectativa é resolver o débito com o Arouca nos próximos dias, encerrar o transfer ban e, em seguida, definir o futuro dos jogadores fora dos planos.








































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