O meia Vitor Bueno, titular do Remo na Série A do Campeonato Brasileiro, afirmou que decidiu assinar com o clube paraense “totalmente pelo coração”. A declaração foi dada após o empate com o Internacional-RS, em 26 de fevereiro de 2026.
Retorno ao Brasil após três anos no Japão
Bueno revelou que tinha uma proposta adiantada para permanecer no futebol japonês, mas preferiu voltar ao país. “Todo mundo queria que eu ficasse lá, menos eu e minha esposa”, disse o jogador, explicando que a negociação foi conduzida por Marcos Braz, diretor que deixou o clube no dia de sua chegada.
Força da torcida azulina
O meia destacou a influência da torcida na decisão. Ele acompanhou o acesso do Remo à Série A em 2025 e se impressionou com a festa nas arquibancadas. “Queria sentir essa energia de perto e encarar esse desafio”, afirmou.
Foco no desempenho, não nas projeções
Questionado sobre as estimativas da imprensa para a campanha azulina, Bueno minimizou o impacto dessas análises. “Nosso incentivo é mostrar dentro de campo o que sabemos fazer. Jogar a Série A é o sonho de qualquer atleta: são só 20 clubes, 11 titulares e cinco reservas por partida. Somos privilegiados”, declarou.
O jogador pediu que a torcida continue ao lado do elenco e do técnico. “Vamos trabalhar com humildade e em silêncio. A vitória vai chegar”, garantiu.
Imagem: Igor Mota O Liberal
Estadual não serve de parâmetro
Sobre o desempenho no Campeonato Paraense, o meia lembrou que o time atuou com formações mistas. “Nem sempre era o mesmo grupo ou o mesmo treinador em campo. Por isso, o Estadual não pode ser usado como base”, avaliou.
Encerrando a entrevista, Bueno reforçou o apelo por união: “A gente tem que abraçar o Remo, porque ele somos nós. Quando a vitória vier, a ansiedade vai passar e todos seremos felizes juntos”.








































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