O Internacional entra nos próximos meses com 10 atletas em situação contratual indefinida e risco de saída ao término da temporada, em dezembro.
Renovações condicionadas a metas
Sergio Rochet é o caso mais encaminhado para permanecer. O goleiro uruguaio renova automaticamente até 2027 se atuar em 60% dos jogos de 2026; pelas projeções internas, precisa disputar mais 16 partidas para atingir o gatilho.
Emprestados pelo CSKA, o volante Villagra e o atacante Alerrandro dependem de metas para terem compra definitiva: o primeiro precisa ser titular em 60% da Série A, enquanto o centroavante terá a opção acionada caso marque 15 gols.
Também cedidos por empréstimo, o zagueiro Félix Torres (vinculado ao Corinthians) e o ponta Kayky (Grupo City) só ficam em definitivo mediante pagamento de cerca de US$ 4 milhões e 3,5 milhões de euros, respectivamente.
Contratos que se encerram
Entre os atletas em fim de vínculo, o volante Richard deve sair ainda na próxima janela por falta de espaço. Por outro lado, Thiago Maia mantém tratativas de renovação com a atual diretoria.
Imagem: Reprodução
Completam a lista Ronaldo, Bruno Henrique e Gabriel Mercado. A permanência dos três depende do resultado da eleição presidencial marcada para dezembro.
Impacto político
O mandato do presidente Alessandro Barcellos termina no fim do ano, e a indefinição sobre quem comandará o clube paralisa avanços contratuais. Nos bastidores, a condução do departamento de futebol por Abel Braga (diretor técnico) e Fabinho Soldado (executivo) é bem avaliada por situação e oposição, o que pode garantir a continuidade da dupla independentemente do pleito.
Assim, o Inter terá de equilibrar metas esportivas, questões financeiras e o cenário político para definir o futuro desses 10 jogadores até dezembro.









































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