Rollheiser, meia argentino de 23 anos, mudou completamente de cenário na Vila Belmiro. Depois de figurar entre os nomes cotados para deixar o Santos na próxima janela de transferências, o jogador ganhou sequência sob o comando de Cuca, virou titular e, nos bastidores, a diretoria já trata sua permanência como prioridade imediata.
Virada de protagonismo na Vila
Contratado como aposta técnica e financeira, Rollheiser passou parte do primeiro semestre oscilando entre o banco e a equipe alternativa. A falta de minutos alimentou especulações sobre uma possível venda, opção que ajudaria o clube a fazer caixa em meio ao momento delicado fora de campo.
O cenário começou a mudar nas últimas rodadas da Sul-Americana, quando o argentino ganhou lugar no time principal. A partir daí, encaixou boa sequência de atuações, convenceu Cuca e assumiu papel de articulador no meio-campo. A evolução retirou seu nome das listas internas de negociáveis e reduziu drasticamente as chances de saída na próxima janela.
Impacto no planejamento esportivo e financeiro
- Esportivo: Cuca mantém o meia como peça-chave na construção de jogadas, principalmente em partidas fora de casa, onde o time tem enfrentado dificuldade para criar.
- Financeiro: ainda que Rollheiser seja considerado ativo valioso, o departamento de futebol entende que, no momento, o retorno técnico pesa mais do que a possibilidade de venda imediata.
Decisão na Copa do Brasil
A permanência do argentino ganha peso extra às vésperas do confronto decisivo contra o Coritiba. Na próxima quarta-feira (13), no Couto Pereira, o Santos faz o jogo de volta da quinta fase da Copa do Brasil após empate sem gols na ida. Um resultado positivo garante a equipe nas oitavas e alivia a pressão interna.
Imagem: Reprodução / OddsNEWS
Com Rollheiser titular, o Peixe trabalha para corrigir a falta de criatividade demonstrada no primeiro duelo. A comissão técnica vê no meia a principal opção para acelerar transições e calibrar o último passe, aspecto apontado como determinante para buscar a classificação.
Enquanto a janela de transferências não se abre, a tendência é que Rollheiser siga como um dos pilares do time. A diretoria mantém a postura de ouvir ofertas apenas em patamar considerado irrecusável, mas, por ora, a ordem é clara: a camisa 10 segue vestindo branco e preto.









































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