O zagueiro equatoriano Robert Arboleda reapareceu no CT da Barra Funda na tarde desta segunda-feira (4) após permanecer mais de um mês afastado do clube. Ele se reuniu com o diretor executivo Rui Costa e com o gerente esportivo Rafinha para tratar de seu futuro no São Paulo.
De acordo com apuração, a tendência é que o defensor deixe o Tricolor. As possibilidades discutidas envolvem uma rescisão amigável ou a negociação para outro clube na próxima janela de transferências. Foi o primeiro contato formal entre atleta e diretoria desde o início da crise.
Ausência no jogo contra o Cruzeiro iniciou a ruptura
O episódio que acentuou o desgaste ocorreu em 3 de abril, quando Arboleda não compareceu à partida diante do Cruzeiro e não apresentou justificativa. O São Paulo enviou uma notificação exigindo resposta em 24 horas e, depois, uma segunda comunicação avisando que acionaria a cláusula de rescisão unilateral se o defensor não se apresentasse em dez dias, o que também não ocorreu.
Reincidência de atrasos pesa contra o atleta
Antes do episódio de abril, Arboleda já havia se atrasado dois dias na reapresentação da pré-temporada e viajado ao Equador durante o Carnaval após ser poupado de um jogo contra o Primavera. A sequência de faltas minou a confiança da diretoria.
Imagem: Reprodução
Na ocasião do desaparecimento, Rui Costa qualificou a atitude do zagueiro como injustificável e desrespeitosa com elenco, direção e torcida. A avaliação interna permanece a mesma: o ambiente está desgastado e a volta do jogador ao grupo é considerada improvável.
Próximos passos
Com compromissos no Brasileirão e na Copa Sul-Americana, o São Paulo busca resolver o impasse sem prolongar o desgaste. A diretoria trabalha para definir a saída de Arboleda de forma que cause o menor impacto financeiro e preserve o clima no elenco.









































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