O Bahia deixou o Mangueirão, em Belém, carregando mais do que a eliminação para o Remo na terceira fase da Copa do Brasil. Segundo o meia Rodrigo Nestor, o revés representa um “prejuízo gigante” – comparável, nas palavras do próprio jogador, à queda precoce na Libertadores. O ambiente é de abatimento, e a pressão externa tem feito o elenco evitar até a exposição pública.
Eliminação para o Remo aprofunda crise tricolor
Além de barrar o time nas fases decisivas do torneio, a derrota corta uma fonte importante de receitas. Cada fase superada na Copa do Brasil garante premiação milionária, verba que já não entrará no caixa tricolor. Para um clube que montou elenco pensando em disputar três frentes, o impacto financeiro se soma ao emocional.
Sequência negativa inclui queda na Libertadores
Em menos de um mês, o Bahia se despediu de duas competições mata-matas. A Libertadores, prioridade do planejamento no início do ano, terminou antes do esperado. Agora, a Copa do Brasil também ficou pelo caminho. O desgaste acumulado reforça a sensação de temporada abaixo das expectativas.
Pressão externa e ambiente pesado
Nestor relatou medo de sair às ruas diante da cobrança: “A gente vem de semanas difíceis, de não poder andar nas ruas com medo”, afirmou o meia, ainda no gramado. A fala expõe a fragilidade anímica do elenco, tema que já havia sido citado pelo técnico Rogério Ceni, crítico da produção ofensiva e da instabilidade defensiva nas últimas partidas.
Imagem: Letícia Martins
Foco exclusivo no Brasileirão
Com as copas para trás, resta ao Bahia concentrar esforços na Série A. O clube tenta se afastar da parte de baixo da tabela e reencontrar o rendimento mostrado nos primeiros meses do ano. A responsabilidade, diz Nestor, recai sobre as figuras mais experientes do grupo: “Quem pode tirar o Bahia dessa dificuldade são os maiores jogadores. Agora é tirar força de onde não tem”.
Próximo compromisso na Fonte Nova
A delegação retorna a Salvador nesta quinta-feira e terá apenas três dias de trabalho antes de voltar a campo. No domingo (17), o Esquadrão reencontra a torcida na Arena Fonte Nova tentando transformar a frustração em motivação para reagir no Brasileirão.
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