O Grêmio tem adotado um padrão recorrente sob o comando de Luís Castro. Em quatro das últimas seis partidas, o treinador realizou substituições assim que as equipes retornaram do vestiário, recurso que voltou a aparecer na vitória sobre o Deportivo Riestra, pela Copa Sul-Americana.
Na noite do confronto continental, disputado em Porto Alegre, o técnico sacou Dodi, Tetê e Gabriel Mec no intervalo. Entraram Arthur, Amuzu e Enamorado, trio que modificou a dinâmica ofensiva tricolor.
Estratégia para furar o bloqueio
Após a partida, Luís Castro explicou a decisão. “Foi para substituir jogadores que poderiam acusar cansaço e lançar atletas com mais velocidade e drible, capazes de furar uma estrutura muito baixa”, afirmou o português.
Com as trocas, o Grêmio ganhou profundidade e transformou o domínio territorial em oportunidades claras, algo que não havia acontecido na primeira etapa.
Imagem: Reprodução
Destaque para Enamorado
Entre os que saíram do banco, o colombiano Enamorado foi apontado pelo treinador como peça-chave na construção do gol da vitória. “Muitas vezes os jogos caem nos duelos individuais quando estão muito atados. Foi o que aconteceu”, observou Castro.
A sequência de ajustes feitos já no retorno do intervalo mostra a tentativa do técnico de responder rapidamente às dificuldades iniciais e explorar eventuais fragilidades dos adversários, mantendo a equipe competitiva nos 45 minutos finais.









































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